segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Moda íntima feminina ganha nova cara após evento esportivo

A moda Verão foi o tema abordado no 4ª edição do Salão Lingerie Brasil, que reuniu mais de 50 fabricantes de moda intima no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Entre as tendências da estação estão peças de cores fortes e de aparência esportiva, devido a realização dos Jogos Pan-Americanos, no Rio de Janeiro e as Olimpíadas de Pequim em 2008.

Entre os destaques nas coleções esportivas estão estilos da natação, com alças que envolvem a maior parte das costas. Os materiais acompanham a temática esportiva, com predomínio do algodão, dos fios finos e da microfibra, para dar o máximo de conforto às peças.

As cores também vão ganhar maior espaço nas passarelas, com destaque para os tons mais fortes e vibrantes, como amarelo, vermelho e até mesmo o pink. A perspectiva é criar um contraste do suave com o forte, vermelho e marinho. Os animais também permanecem como marcas registradas nas coleções, pois traz novamente o clássico, principalmente na lingerie, porque expressam maior sensualidade.

O que parece que vai conquistar de vez o mercado brasileiro é a moda do
fio dental, que parece ter chegado para ficar. Para os seios, a mulheres também irão encontrar novos ajustes, como por exemplo, numeração de acordo com o biótipo de cada pessoa. Isso acontece porque o tamanho das costas e o tamanho dos seios não têm uma proporção exata.

Algumas marcas de sutiã já oferecem a possibilidade de combinar diferentes tamanhos de costa e de seios. Normalmente, a mulher escolhe uma numeração padrão para as costas, como: 38, 42, 48. Agora, poderá escolher o tamanho da taça, indicado por letras, que variam do A, B, C, D e DD. Mas não é somente escolher o tamanho que a peça ficará perfeitamente ajustada, é preciso existir uma combinação do formato do seio.

Para os homens, a questão da sensualidade feminina é tom determinante para o crescimento da moda íntima, tanto que as coleções se disseminam cada vez mais e a cada ano avança as novas tendências. Segundo a psicóloga Cíntia Câmara o instinto masculino leva o homem a também procurar pelos novos lançamentos.

"O instinto leva o homem a ter uma maior vontade de experimentar os novos modelos em suas companheiras. Por isso, acaba aquela coisa de homens que procuram por lingerie são homossexuais. A masculinidade ativa os sentidos em busca de novas realizações, como aumentar o clima no momento da transa", revelou a especialista.

Confira abaixo algumas tendências:
String -

É assim que agora é chamado o fio-dental. Muito usado pelas européias, ele nunca pegou de fato entre as brasileiras, mas ensaia um retorno triunfal. A diferença é que agora as "strings" aparecem em materiais mais confortáveis, como a microfibra, que também deixa o modelo com menos cara de "vestida para atacar".

Cores -
Roxo, laranja, pink em tons fortes ou mais suaves, essas três cores, junto com o turqueza e o verde, prometem alegrar as calcinhas e sutiãs, dar uma cara menos de "roupa de baixo", podendo aparecer entre um decote e outro.
Rendas abertas - Nas novas coleções, as rendas aparecem maiores, mais abertas, normalmente com um forro por baixo.

Onça e zebra
- A onça ressurgiu nas coleções do próximo verão. Com uma estampa sensual como brincalhona, com misturas com tons fortes. A zebra também aparece estilizada, mas sempre mais sensual.


Guto Marchiori

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Moda para os Grandes

Se considerarmos que a indústria da moda investe mais em modelos magros e de pouco peso, induzindo consumidores a desejarem um corpo, como da modelo brasileira Gisele Bundchen, ou do ator americano Brad Pitt, esse mercado deixa de lucrar com um público que hoje representa 40% da população brasileira acima do peso, conforme Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Dessa forma, pessoas obesas e mais vaidosas tendem a pagar um preço alto para estarem na moda e sentir-se bem visualmente, conseqüência de um déficit de investimento nesse público. Porém, existem confecções que percebem essa procura e fabricam peças de roupas no tamanho “G”, grande, seguindo os padrões dos magrinhos.

Vestuários encontrados em boutiques mais sofisticadas ou localizadas em shopping centers, justificam o elevado preço de seus produtos na variedade de roupas nacionais, importadas e de qualidade. Já lojas mais populares oferecem produtos a preços mais acessíveis. É o que afirma a vendedora Elô, da loja Tulipa, exclusiva em moda masculina e feminina. Ela comenta que seus consumidores são da classe C, D e E. Possuem entre 35 e 60 anos e a grande procura se deve aos baixos preços dos produtos, a partir de R$ 10,00 e também pela localização da loja na região central de Campinas. A vendedora Ester Silva, da loja O Bortoletão de Jaguariúna, atende todas as medidas com produtos de qualidade e indica para homens uma bermuda que chega ao preço de R$ 46,00 e a camiseta a R$ 56,80 e para mulheres um vestido no valor de R$ 78,40. Ela diz que os tamanhos vendidos não ultrapassam o número 60 para homens e o número 54 para mulheres e que a procura é razoável.

Apesar de algumas opções, consumidores como a funcionária pública Vera Lúcia, reclama da falta de produtos nos tamanhos maiores e dos altos preços sugeridos pelas lojas. Já a adolescente Fabrina Andreoti, não tem a mesma preocupação com suas formas e utiliza roupas apertadas que não respeitam o seu corpo, apesar disso, ela comenta sentir-se bem consigo e com os outros.

Estima-se que em 2015, metade da população mundial será obesa ou terá excesso de peso, caso não se previna. A Organização Mundial da Saúde, OMS, afirma que esta doença está entre os dez fatores que mais contribuem para a taxa de mortalidade mundial, perdendo apenas para o tabagismo.

As pessoas que utilizam medidas maiores podem seguir a moda ou vestir-se adequadamente ao seu gosto, desde que saibam respeitar os limites de seu corpo, com criatividade e bom senso.
Dicas de Moda para não errar sua saída no Acessa.com -
Cores escuras: prefira usar tons mais escuros, pois estes escondem mais. Evite usar estampas, mas caso as use, opte sempre pelas listras verticais, que alongam. As horizontais achatam. - Sapatos: Tente se acostumar a andar sempre de salto, os de tamanho médio, mas confortáveis. Alongar a silhueta é um ótimo artifício para torna-lo um pouco mais magra. - Decotes: Se os seios estão em forma, os decotes em V, usados com sutiã com aro, podem ser legais. Mas se o peito for grande, os decotes de formato quadrado são os mais indicados, porque valorizam o colo sem aumentar o volume do seio. - Barriguinha indiscreta: Use e abuse dos blazers, sempre um pouco mais compridos, até a altura dos quadris. Vista-se sem abotoar, sobre a camisa, e prefira aqueles de cintura mais alta. Todas as peças que alonguem o tronco e suavizem essa passagem para as pernas podem ser aliadas, na luta tão freqüente para se esconder a barriguinha. Não use cintos. Eles dividem a silhueta, apertem, chamam atenção exatamente para uma área do corpo que você deseja esconder. Se preferir faça suas compras pela internet no site “O melhor”.
Por Edna Souza

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Cabelo liso? Chapinha?


Quem pensa que a famosa chapinha é recurso utilizado apenas nos salões de beleza modernos está enganado. Já existia em 1950, na Inglaterra, e fazia a alegria das mulheres, mesmo sob risco de saírem com os cabelos chamuscados, pois o equipamento era aquecido no fogo. Com o avanço da tecnologia e muitas opções de aparelhos no mercado, as mulheres não precisam mais andar com os cabelos presos e ter vergonha de ter cabelo enrolados ou armados. As famosas chapinhas, prancha alisadora ou chapa, nome dado nos mais diversos produtos oferecidos no mercado fazem a cabeça e enchem os olhos das mulheres que sonham ter um cabelo liso e cheio de vida.

Escovas, alisamentos com química e muitas outras opções para ter um cabelo liso ficaram para trás após o lançamento dessa mais nova inovação para o público feminino. As pranchas alisadoras funcionam em altas temperaturas, variando de 150°C até 180°C, mais de três vezes o valor permitido, pois o cabelo agüenta cerca de 50°C sem ser danificado. Portanto, o uso de produtos específicos para proteção térmica é essencial, diz a cabeleireira Sandra Almeida do Salão de beleza Sandra Hair, de Campinas : “ Cremes e mais cremes devem ser usados juntos com o aparelho cuidadosamente, para que o resultado seja positivo e agrade as mulheres que sonham em ter cabelos lisos”.
Desde que essa mania foi colocada no mercado, cerca de 2 milhões de unidades foram adquiridas pelas consumidoras. Segundo as empresas do ramo, a economia no setor de beleza e estética aumentou cerca de 45% e novos aparelhos foram desenvolvidos.

O mercado oferece diversas opções para quem deseja ter uma em casa, os valores variam de R$ 45,00 para as mais simples até R$ 150,00 para aquelas mais potentes. Mas quem não quer ter esse trabalho de fazer em casa, pode optar por fazer em salão de beleza. Os valores variam de R$ 15,00 a R$ 30,00 reais conforme o salão e tamanho do cabelo.

Essas e muitas outras dicas você pode encontra no site da revista mensal Cabelos e Cia.


Bruno Motta

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

OITO OU OITENTA

Hoje em dia a moda tem se tornado cada vez mais acessível a todos os gostos e tipos de estilo. Por mais que o indivíduo não se interesse pelo assunto, acaba se tornando vítima de algo que já foi pré-estipulado há tempos. Muito se fala sobre o que a moda significa para cada um, afinal de contas as formas são criadas nos estilos dos personagens, e cada um de nós é seu próprio personagem. No entanto,é possível afirmar que a moda está direta ou indiretamente na pele e alma de cada pessoa pois cada uma delas faz seu próprio estilo.

Atualmente esse conceito torna-se ainda mais fácil graças aos extremos da moda. Pode-se dizer que hoje em dia,tudo que está ligado a roupas,beleza e comportamento é “oito ou oitenta” e cabe a cada pessoa optar por aquilo que lhe agrada mais.As roupas hoje mudam de acordo com a estação e tendências.As calças hora são “boca-de-sino”e pantalonas,hora são “skinny” ou slim,aquelas que se ajustam (ou grudam) ao formato do corpo.

As blusas podem ser justas e decotadas, ou senão batas gigantes que são tão estilosas quanto um “pretinho básico”. Por falar em pretinho básico,a mudança de cores sempre são drásticas: o preto e o cinza sempre são sinônimo de elegância,no entanto,as estampas e cores cítricas como o amarelo,rosa,verde e azul tornaram-se obrigatórias para os fashionistas de plantão.

As bolsas por sua vez, podem ser “maxibolsas” ou carteiras de mão. Isso também acontece com os óculos de sol, chapéus e outros acessórios. Tudo é recriado ou reinventado. As décadas de 20, 30, 40, 50, 60, 70 e 80 sempre são referências para o que é novo. Ou seja, o que é tendência hoje em dia já foi moda antigamente, e o que foi moda antigamente é tendência hoje em dia, e por aí vai.

Para as empresárias de moda, Adriana, Andréia e Alessandra Garcia a moda de hoje está cada vez mais democrática e adaptando-se aos vários tipos de pessoas. “Antigamente as pessoas eram “escravas” da moda. A calça de cintura alta podia estar em alta e até ficar legal para certos tipos de pessoas, mas para outras ficava horrível. Hoje, os estilistas já se preocupam mais em agradar todo mundo, sem se preocupar com estereótipos”, diz Alessandra.

Assim sendo, é mais fácil enxergar o fato de que todos nós somos vítimas do que é criado no mundo na moda, sendo conscientes disso ou não. Não é necessário ser um especialista no assunto para ter o dom de se vestir de bem, afinal de contas, apesar de alguns terem estilo e outros não, o que importa é sentir-se confortável com aquilo que você está usando, e isso é algo completamente inquestionável.

Renan Ceribelli Candeloro
Fotos:Revista ELLE-Ed.Abril

Primavera-Verão no rastro do glitter

Não são só brinquedos e videogame como Hello Kitty, Susi, Moranguinho e Nintendo, ou desenhos animados repaginados como anos 80. Aquele visual de ombreiras, cós alto, cabelos armados e sapatos verniz estilo Glenn Close em “Atração Fatal” também.
Claro que o cabelo e o moletom estilo “acabei de acordar”, não está nada exagerado como em “Flashdance” estrelado por Jennifer Beals, esse resgate é feito de modo suavizado com um mix de anos 60 e 50.

Muitas cores, desenhos gráficos, bijuterias grandes, o contraste de justo e largo, tudo com espírito jovem e divertido. A legging é o pretinho básico da estação, junto com a minissaia e as camisetas de algodão ou viscose.

O new 80´s, como é chamado pelas revistas de moda, é bem moderno, “foi tudo reinterpretado, mas o toque futurista foi incluído, aqui na Autoritah temos a presença grande do cetim em quase todas as peças. Os tecidos também tem o aspecto vinilizado, plastificado e siliconado” afirma Patricia Góes, vendedora da loja localizada em Americana.

“A mulher do verão vai ser mais ousada, deixando pernas mais a mostra com minissaias e decotes nas costas”, Afirma Patrícia. A revendedora da marca Flor da Terra, outra loja do shopping Via Direta em Americana, Tânia Miranda afirma que as blusinhas de malha não deixaram de ser um must-have no guarda-roupa das mulheres. Tânia dá uma dica, “colocar uma camiseta de algodão, uma minissaia e um cinto verniz com uma bolsa mega vai ser com certeza um dos outfit básicos do guarda roupa para o verão”.



Os vestidos diminuíram o tamanho, agora chegam até o comprimento micro. Apoiados pelas leggins, que cobrem as imperfeições e disfarçam o comprimento. Cristina Rodrigues, de 19 anos, aprova a nova moda enquanto verifica a nova coleção da Luigi Bertolli no Shopping Iguatemi Campinas, “os vestidos parecem blusas e as blusas parecem vestidos, dá pra fazer muitas combinações. Fora as blusas superdecotadas de costas de fora”.

O jeans continua sequinho e super “skinny”. O tema esporte e o masculino e feminino, que foram grandes tendências dos anos 80, também surgem trazendo de volta a cintura alta e camisetas grandes. No guarda-roupa masculino terá camisas, coletes, bermudas jeans até o joelho e sandálias de couro. Mulheres, homens e crianças terão jeans com muitos cristais, placas, botões grandes e fechos.

Nas vitrines, além de muito branco e vermelho, nota-se cintos largos, marcando cinturas ou os quadris, as bijuterias são exageradas e coloridas. Os maiôs e biquínis vêm com estampas coloridas, mas também muito dourado e cores claras. Biquínis de lacinho, frente única e, a novidade, o famoso maiô da Bebel da novela global Paraíso Tropical, afinal um dos principais ditadores de moda no Brasil é a novela.


Aline Frediani

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Meu estilo Emo


Provavelmente você já deve ter encontrado na rua algum garoto ou garota vestidos com colar de bolinhas ou dadinhos, gravatinha, Adidas, roupas quadriculadas, meias coloridas ou então, arrastão. E claro, a famosa franja caída no rosto. Essa é a moda mais expoente no momento, chamada de Emo.

“Uso porque gosto e porque me sinto bem, não somente porque é legal sair assim na rua”, disse Rodrigo Stein, de 16 anos e adepto do movimento. Segundo Rodrigo, ser Emo vai muito mais além do que apenas se vestir, mas o visual é parte integrante e básica também.

O Emocore, conhecido como hardcore melódico, é um estilo musical que mistura o tradicional peso roqueiro, mas com letras que abordam relacionamentos adolescentes. Por isso o nome Emo, do inglês emotion = emoção.

Para Kathleen Martins (à esquerda da foto), o maior charme está nas franjas que as pessoas usam. A maior marca de um Emo sempre foi a franjinha colada na testa, por isso, não tem como aderir ao estilo e não usá-la pelo menos uma vez na vida.

“Todo Emo que se preze já usou ou vai usar. É impossível não achar legal, é a marca registrada. É a mesma coisa que um roqueiro dizer que nunca teve vontade de deixar o cabelo crescer”, explicou. Um dos fatores que chama a atenção em uma tribo é o modo como ela se veste.

Emos não são diferentes de qualquer tribo urbana que exista e por isso, também se identificam pelo vestuário. Moda ou não, o importante é a originalidade que carregam.

Thiago Rovêdo

O “CASUAL DAY” É MODA NAS EMPRESAS BRASILEIRAS

Hoje, no Brasil, há uma grande liberdade quanto ao “guarda-roupa profissional”. Porém, essa liberdade se tornou muito exagerada em alguns lugares. Decidir o que usar para trabalhar não é mais tão fácil. E a roupa ainda é uma ferramenta de comunicação muito importante.

Nos últimos anos houve uma mudança muito grande no guarda-roupa de trabalho. O “Casual Friday”, que começou nos Estados Unidos, espalhou-se pelo mundo, trazendo muito mais liberdade. No entanto, casos de roupas não apropriadas ao ambiente corporativo começaram a aparecer com muita freqüência.

O que é casual então? Em inglês, o guarda-roupa casual é chamado de “business casual”. Por mais que muitas roupas se encaixem no grupo chamado casual, apenas algumas transmitem o profissionalismo necessário, enquanto muitas são apenas adequadas para atividades esportivas ou de lazer. No ambiente profissional, além do guarda-roupa casual, também existe um denominado "esporte" (não "esportivo"), no qual o uso do jeans é permitido. A diferença está na imagem transmitida e nas roupas que compõem esses guarda-roupas.


Cada vez mais empresas aderem ao “casual day”, escolhendo um dia da semana para as roupas casuais e mais confortáveis. A idéia surgiu nas agências de publicidade norte-americanas como forma de liberar os homens dos ternos e gravatas. É um dia na semana em que os funcionários não precisam vestir-se com roupas formais, como ternos, camisas e gravatas. De acordo com pesquisa do grupo Cathos, 56% das empresas brasileiras adotaram a vestimenta casual todos os dias da semana, enquanto apenas 16% não permitem o casual day em suas instituições. Das que aderiram ao costume, 44% dão preferência às sextas-feiras como o dia informal.


Um exemplo de empresa onde há uma grande variedade de estilos é a IBM (foto ao lado). Essa corporação já exigiu o uso de uniforme. Os funcionários eram conhecidos como os "homens do terno azul". Porém, nos anos 90 e 2000, foi adotada a linha business casual. A empresa chegou a criar um manual de normas de conduta e vestuário, “Código de Etiqueta da IBM Brasil", com mudanças que adequam à realidade social, costumes e moda atuais. Mayra Anjolette, 22 anos, que trabalha na área administrativa da IBM, comenta como é a “moda” na empresa: “As pessoas tem liberdade para ser vestir, não há grandes exigências sobre o tipo de roupa dentro da organização. Há regras de etiqueta que mostram roupas que não são indicadas para o ambiente de trabalho, por exemplo: roupas decotadas, saias curtas, e também dicas de roupas mais adequadas, mas mesmo assim nem sempre são seguidas”.

A Analista de Crédito do Grupo Chevron Brasil (funcionários em foto ao lado), Lorena Fonseca, informa que sua companhia já é mais exigente em relação ao vestuário, porém permite o casual day. “É regra corporativa que as pessoas venham trabalhar com roupa sociais de segunda a quinta-feira. Na sexta-feira é permitido calça jeans, tênis, camiseta.”

Já na Cisco,vestimenta é tratada com rigor. No escritório em São Paulo não tem sequer casual day. Ao contrário da Microsoft, onde não há restrições. Os funcionários são livres para se vestir da maneira que se sentem mais confortáveis, com bom senso .A empresa não pede o uso de terno e gravata, exceto nos casos em que o funcionário precisa trabalhar dentro da empresa de um cliente que exija uma roupa mais formal.

Portanto, a moda da empresa irá depender de suas normas, entretanto o que não pode ser confundido é informalidade com relaxo. Afinal, a roupa é sim um “cartão de visitas”, como comenta Athila Mattos, estudante e funcionário na área de TI, “Uma roupa adequada é sempre melhor do que vestir qualquer coisa ou a primeira camiseta que você encontra na gaveta de manhã, principalmente em reuniões com pessoas e contatos mais importantes, pois se fizermos um estudo comparado, a roupa predominante entre gerentes de alto nível, certamente não será qualquer camiseta e sim ao menos uma gravata. Revistas como "Info Exame" fazem comparações entre empresas sobre como é a regra de vestimenta e exemplos como Google, Sun Microsystems, Samsung entre outras, preferem pessoas que se vestem a rigor, se não completamente, com pelo menos uma camisa e uma calça social”.


(Tabela com dados de algumas empresas)

Taliza Weiss